Cesare Battisti é preso na Bolívia; Deputados que não se reelegeram nomeiam funcionários. Jornais de domingo (13)

O italiano Cesare Battisti foi preso na Bolívia neste sábado (12) pela polícia daquele país depois de permanecer foragido por quase 1 mês. Na primeira página, O Estado de S.Paulo lembra que o governo Temer decidiu pela extradição do italiano, que deve cumprir pena de prisão perpétua na Itália onde é acusado de ter cometido quatro assassinatos nos anos 1970. Ele nega as acusações. Em breve, Battisti deve ser trazido ao Brasil para ser extraditado.

O Globo mostra que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende adotar três medidas para conter o rombo nas contas públicas e economizar R$ 266 bilhões. Além da reforma da Previdência, o governo deve limitar o reajuste do salário mínimo e da remuneração dos servidores à variação da inflação, sem ganhos reais, e restringir o abono salarial aos trabalhadores de baixa renda.

Segundo o matutino carioca, o objetivo é reverter a escalada da dívida pública, já que, desde 2014, o Brasil gasta mais do que arrecada. As medidas que serão adotadas pela equipe de Paulo Guedes foram deixadas pelo ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia. “Governo estuda cortar R$ 266 bi em quatro anos”, destaca a manchete do Globo.

O Estadão revela ainda que deputados federais que não conseguiram se reeleger nomearam 124 auxiliares para trabalharem na Câmara a menos de um mês do fim do atual mandato. O matutino explica que as nomeações foram publicadas no dia 2 de janeiro e que os assessores não terão muito o que fazer, já que o mandato acaba no dia 31 de janeiro e a Câmara está em recesso. “Deputados nomeiam 124 auxiliares por apenas 1 mês”, aponta o título principal do Estadão.

Em sua manchete, a Folha de S.Paulo informa que o ministro da Justiça e da Segurança Publica, Sérgio Moro, quer alterar a lei eleitoral e deve incluir a criminalização do caixa 2 no pacote de medidas que será enviado à Camara. Moro quer aumentar a pena atual de 5 anos para quem praticar caixa dois em campanhas eleitorais. Além disso, a proposta não deve dar anistia a fatos passados. “Moro quer criminalizar o caixa dois em projeto de lei”, afirma a manchete da Folha.