Exército ‘respira e transpira democracia’, diz Bolsonaro em cerimônia militar

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira (17), durante discurso em comemoração do dia do Exército, em Brasília, que a instituição “respira e transpira” democracia e liberdade.

“Exército que nos momentos mais difíceis da nossa nação sempre esteve ao lado da vontade de seu povo. Exército que respira e transpira democracia e liberdade. Exército que honra a todos nós”, afirmou Bolsonaro.

O presidente chegou ao quartel-general do Exército por volta das 10h, acompanhado da primeira-dama, Michelle.

Também estiveram presentes ao evento o vice-presidente Hamilton Mourão e os ministros Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Ernesto Araújo (Relações Internacionais), entre outros.

Durante o evento, autoridades receberam a medalha de Ordem do Mérito Militar e a Medalha do Exército Brasileiro. Foram cerca de 400 agraciados, além de 7 instituições.

O presidente e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, chegaram juntos para a solenidade no Quartel General do Exército — Foto: Marcos Corrêa/G1O presidente e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, chegaram juntos para a solenidade no Quartel General do Exército — Foto: Marcos Corrêa/G1

O presidente e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, chegaram juntos para a solenidade no Quartel General do Exército — Foto: Marcos Corrêa/G1

Lista

Também nesta quarta, o presidente apareceu em lista divulgada pela revista norte-americana “Time” das 100 pessoas mais influentes do mundo.

Ele está na categoria “líderes” ao lado do presidente americano, Donald Trump, do líder da oposição e autodeclarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, e dos premiês Matteo Salvini (Itália), Jacinda Ardern (Nova Zelândia) e Benjamin Netanyahu (Israel).

Bolsonaro é descrito pela “Time” como um personagem “complexo”. “Ele representa uma ruptura brusca com uma década de corrupção de alto nível e a melhor chance do Brasil de implementar reformas econômicas que possam domar a dívida crescente”, afirma o texto.

A revista afirma ainda que ele é “um garoto-propaganda da masculinidade tóxica, um homofóbico ultraconservador que pretende travar uma guerra cultural e, talvez, reverter o progresso do Brasil no combate às mudanças climáticas”.