Temer recua e decide editar indulto de Natal; Reajustes na conta de luz devem ser menores em 2019. Jornais de quarta (26)

O Estado de S. Paulo comenta, na primeira página, que o presidente Michel Temer mudou de ideia e decidiu editar o decreto que concede indulto de Natal. De acordo com o Estadão, Temer deve deixar os condenados por corrupção fora do benefício, mas o texto do decreto ainda não está pronto.

A secretaria de comunicação do presidente chegou a anunciar ele não iria conceder o indulto neste ano, mas Temer teria recuado depois de um pedido do defensor público federal em exercício, Jair Soares Júnior.

Na sua manchete, o Estadão afirma que ao menos 20 suplentes de deputados e senadores podem receber até R$ 72 mil reais para cumprir mandato por menos de um mês na Câmara e no Senado, até o fim desta legislatura. O jornal explica que os suplentes tomarão posse no dia 1º de janeiro e ficarão em exercício até o dia 31 de janeiro, quando os novos eleitos em outubro tomam posse nos cargos.

Nesse período, mesmo com a Câmara e o Senado em recesso e sem atividades programadas, esses suplentes receberão salários de R$ 33,7 mil e ainda terão direito a benefícios como auxílio-moradia e cota parlamentar. “Suplentes podem receber até R$ 72 mil por 1 mês de mandato”, informa a manchete do Estadão.

A Folha de S.Paulo destaca, no seu título principal, que os reajustes na conta de luz ficarão menores em 2019 e trarão alívio para o consumidor. Segundo o matutino, a tarifa deve ficar estável, com elevação média de 0,38%. Em 2018, a média de aumento foi de 15%. As distribuidoras da região Nordeste devem ter os maiores reajustes, com média de 3,09%.

No Centro-oeste, os reajustes devem ficar em 2,13%, seguido pela região Sudeste, com 0,94%. Já as regiões Sul e Norte devem ter retração na tarifa de energia, com -2,58% e -5,03% respectivamente. “Reajuste da conta de luz ficará menor em 2019”, destaca o título principal da Folha.

Em sua manchete, O Globo destaca que cerca de 300 mil pessoas vivem hoje em 2.700 áreas consideradas vulneráveis a desastres naturais no estado do Rio de Janeiro. O matutino trata das chuvas que alagaram as ruas da cidade do Rio e usa dados fornecidos pela Secretaria de Defesa Civil para mostrar que a capital é uma das regiões mais críticas e possui 103 pontos vulneráveis.

Além da capital, Angra dos Reis, Niterói e Nova Friburgo estão entre as áreas mais vulneráveis. “Estado do Rio tem 300 mil vivendo em área de risco”, sublinha a manchete do Globo.